Conheça as demonstrações contábeis para a gestão de obras

Demonstração contábil na gestão de obras

Como a contabilidade se encaixa na gestão de obras

A contabilidade é de extrema importância para a gestão de obras, pois mostrará a melhor forma do poder de controlar os custos e as despesas corriqueiras, além de trabalhar com a diminuição dos gastos avulsos, como, também a obrigatoriedade fiscal relacionada a essas atividades. Realizando o controle contábil, vai garantir a visualização de factíveis prejuízos financeiros, assim haverá a rapidez na tomada de decisões corretas.

Melhoras práticas para obter grandes resultados nas obras

Temos como primeiro exemplo os Centros de Custos, aqui haverá o controle com as despesas e receitas auferidas durante o projeto, colocando uma situação para exemplificar de que se uma empresa mantém ao mesmo tempo, 5 empreendimentos em construção, devemos enxergar que cada um terá o seu Centro de Custo individualmente. Por isso, deve-se frisar que a dominância desta técnica poderá evitar quaisquer transtornos no futuro.

O Plano de Contas é o passo importante para atingir o controle financeiro de forma eficiente e assertiva. Através deste Plano de Contas será observada todas as entradas e saídas da empresa de maneira detalhada e separada para cada empreendimento, os fluxos de caixa, despesas e receitas servindo para otimizar as gestões de obras.

A Administração do Estoque significará a possibilidade de reduzir os custos de forma efetiva em um projeto, para que isso ocorra, é necessário haver uma ótima administração na totalidade sem que obtenha danos, e temos também, a Formação do Estoque, este exige um pouco mais de atenção, pois além dos produtos solicitados para a realização das obras, encontram-se os imóveis que serão construídos, logo a responsabilidade é maior por conta das empresas poderem somente declarar imóveis finalizados ou em construção como parte do controle, além dos materiais.

A Audição Interna é a reunião da verificação de todas as atividades para a tentativa da identificação de falhas. Aqui será encontrado quaisquer pontos que possa melhorar e como também evitar prejuízos.

Como a tecnologia se encaixa na contabilidade

A tecnologia fornece todo o processo que a contabilidade exige, de forma atualizada com os valores de mercado, sendo inteligente e conseguindo romper as barreiras referentes aos obstáculos que virão, sem perder os valores da Realtà.

Por fim, a figura do contador é a chave para que tudo ocorra de forma rápida e prática, sendo um serviço essencial para a gestão de obras. Existem muitas exigências impostas neste meio, mas desde que, seja realizado com atenção a todas as particularidades existentes, os resultados serão promissores.

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Custos de desperdício: como fazer o cálculo?

Engenheiro calculando custo de desperdício

Do ponto de vista negocial, o mercado tem expandido e se tornado cada vez mais competitivo. Dessa forma, atentar-se para pontos como automação dos processos, potencialização do ganho de clientela e redução dos desperdícios da linha produtiva são preocupações atuais na cabeça de todo empreendedor de sucesso.

Neste artigo esmiuçaremos os custos produtivos com desperdício, como calculá-lo e como reduzi-lo, tudo para manter as taxas de lucratividade do seu empreendimento em franca ascendência.

Como identificar os desperdícios no processo produtivo do seu empreendimento?

Para os que se preocupam com as entradas e saídas de sua companhia e tem o hábito de avaliar em todo processo produtivo no qual estão as possibilidades de economia e as falhas que fazem a lucratividade cair, também se faz necessário eliminar desperdícios para garantir o crescimento empresarial.

Por esse motivo, identificar desperdícios no processo produtivo de uma empresa é tão importante, uma vez que deseja-se que o trabalho seja eficiente e gere resultados positivos com lucratividade crescente ano a ano, é essencial identificar no processo onde estão os desperdícios que fazem a lucratividade cair.

Tentaremos hoje, então, abordar de forma simplificada como a gerência de uma empresa, bem como seus colaboradores podem identificar e combater esforços desnecessários, bem como outras espécies de desperdício da cadeia produtiva.

– Coleta de dados:

O primeiro passo para identificar onde estão os desperdícios da cadeia produtiva do seu empreendimento é realizar uma coleta detalhada de dados – afinal de contas, quem mede consegue controlar, e é essencial lembrar deste princípio no momento de gerir a produção, temporalizá-la e organizar o estoque, além de implementar projetos.

Por meio da coleta de dados é possível manter um registro atualizado de cada etapa do processo produtivo, facilitando muito o planejamento de novas estratégias, bem como a geração de relatórios, pelos quais os colaboradores são capazes de identificar se a matéria-prima e o investimento humano têm se revertido integralmente no produto ou serviço final, ou se há desperdício ocorrendo em alguma etapa.

Podemos citar como exemplo da importância da captação de dados que apenas por meio de registros há possibilidade de analisar as mudanças que ocorrem após um determinado trabalho específico de gestão da qualidade, e assim verificar se houve ou não um desperdício de materiais e esforços.

Além de realizar a coleta de dados, esse registro empresarial também pode ser feito a partir de imagens ou fotos. No caso de ambientes de fábricas, por exemplos, as imagens fazem toda diferença – possibilitando identificar falhas no processo produtivo que levem a desperdício de materiais e de tempo dos colaboradores.

É também por meio destas análises que é possível verificar se a automatização não é a melhor opção para um negócio, uma vez que o trabalho repetitivo humano também pode se configurar como desperdício de tempo – e verifica-se este desperdício por meio de relatórios e comparativos.

– Avaliação de estoque para identificação dos desperdícios na produção:

É possível identificar que excessos na área do estoque podem ser prejudiciais para uma companhia, devendo ser eliminados o mais rápido possível. Deve-se buscar o máximo de eficiência na produção com o menor custo possível, mas sempre tendo em mente as previsões de saída daquilo que é produzido.

É considerado como estoque toda matéria-prima ou produto que está parado em uma empresa. É comum que erros de cálculos e pedidos em excesso gerem uma confusão no estoque que culmine no desperdício de materiais.

A exemplo disto tem-se as empresas que trabalham por previsão e, para ter produtos para pronta entrega, realizam uma produção prévia que por muitas vezes pode gerar desperdício, uma vez que o material pode ficar parado e gerar custos como a compra da matéria-prima, o local de armazenagem, o tempo de transporte, e também o tempo dos colaboradores.

Portanto, realizar um controle adequado de estoque é uma das principais maneiras de identificar onde estão os desperdícios na sua linha de produção, bem como de realizar uma previsão de produção bem-feita pode evitar diversos tipos de desperdício.

– Controle o tempo necessário para o desenvolvimento das atividades:

Afim de termos condições de falar sobre medição temporal de atividades empresariais, é necessário lembrar que cada empresa tem necessidades e formas de produzir diferentes umas das outras – desse jeito, os processos de medição de tempo de atividades devem estar de acordo com cada realidade empresarial. Abaixo selecionamos algumas espécies temporais importantes de serem medidas para identificar falhas e desperdícios no processo produtivo.

Tempo cíclico: assim é chamado o período temporal que abriga os ciclos de processos produtivos, como por exemplo o processo cíclico de colocar uma peça em uma máquina e acioná-la. Em geral, processos cíclicos tendem a ser tempo desperdiçado quando realizados manualmente.

Tempo periódico: assim é chamado o tempo de uma atividade em que ocorre a cada determinado número processos. Como exemplo deste gênero temporal há a verificação da qualidade de uma peça que deve ser concluída a cada x unidades produzidas. Atividades relacionadas a tempo periódico, diferente das realizadas a tempo cíclico, são um pouco menos sujeitas a automatização como meio de eliminação de desperdício – mas ainda assim alguns processos como estes podem ser automatizados.

Lead time: se trata do tempo que uma peça demora para percorrer toda a linha de produção até sua entrega ao cliente final. O lead time é um tempo mais generalizado, envolvendo todas as etapas de transporte, produção e venda. E justamente pelo lead time controlar diversas esferas da linha de produção, é importante ter um cálculo básico sobre o quanto cada etapa pode demorar ao máximo para identificar onde estão as falhas e desperdícios em cada processo.

– Identificar seu valor diante da clientela

É essencial lembrar que o desperdício pode ser classificado como toda ação e/ou investimento que não consegue ser transferido como benefício ao cliente ou como lucratividade à companhia, de forma que é essencial identificar o valor de seus serviços e produtos com o cliente, valorizar o que de fato agrega valor aos seus produtos e serviços e eliminar os supérfluos (desperdícios) para assim alcançar maior sucesso negocial e, consequentemente, maior lucratividade.

Quer saber mais? Entre em contato conosco e venha buscar o sucesso do seu empreendimento!

Como calcular custo por metro quadrado? Confira 5 dicas

Saiba como calcular o custo por metro quadrado

Nos dias de hoje, é muito comum ver pessoas que precisam interromper a construção de uma obra justamente por não terem o dinheiro necessário. Dessa forma, a realização do cálculo de custo por metro quadrado pode evitar que você tenha problemas por falta de dinheiro.

Para que isso jamais ocorra, é preciso estabelecer um estudo prévio dos possíveis gastos com a obra, além de seguir uma série de instruções que auxiliarão a redução de gastos do projeto.

Portanto, neste artigo, você entenderá como realizar o cálculo do custo por metro quadrado, além de conhecer 5 dicas valiosas sobre o custo de obras. Afinal, para você reduzir os seus gastos, é preciso entender quais fatores influenciam no valor final do serviço. Vem com a gente!

 

Criando a fórmula do cálculo de custo por metro quadrado

 

Para que seja feita uma estimativa do custo por metro quadrado no final de uma obra, há diversos fatores que são utilizados a fim de tentar prever os gastos necessários. São eles:

CUB;

Área equivalente de construção (AEqC);

Itens não inclusos;

BDI.

Entenda sobre cada uma dessas terminações a seguir:

1 – CUB

Essa sigla significa Custo Unitário Básico e é o fator mais importante da fórmula do custo por metro quadrado, que será apresentada adiante.

Esse termo foi criado por meio da Lei Federal 4.591/64 e vem sendo atualizado mensalmente pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) em cada estado do Brasil.

A principal função do CUB é fornecer uma estimativa do custo do metro quadrado atualizado em todos os estados brasileiros. Além disso, o indicador também possibilita o acompanhamento dos custos do setor de modo geral.

2 – Área equivalente de construção (AEqC)

Quando o assunto é o cálculo de custo por metro quadrado, a área total do lote ou a área real construída não são os valores corretos a serem utilizados na equação. O correto é inserir a área equivalente da construção.

Em casos específicos, a determinação dessa área pode ser mais complexa. Por isso, a melhor opção é obter essas informações com o engenheiro projetista ou com um arquiteto contratado.

3 – Itens não inclusos

Por mais que a estimativa do CUB considere vários fatores, há ainda algumas especificidades da obra que não foram incluídas na conta. Veja alguns itens que podem não estar incluídos no cálculo, mas que estão presentes na obra:

– Fundações;

– Outros tipos de equipamentos;

– Serviços e obras complementares.

Portanto, vale a pena dar uma olhada na lista e verificar se algo que você planeja utilizar não está anotado. Se estiver, é preciso adicionar esses números ao cálculo do custo final.

4 – BDI

A sigla BDI significa benefícios e despesas indiretas, e serve para contabilizar despesas que não estão presentes no CUB a fim de fornecer o custo por metro quadrado real. Veja quais são:

  •  Seguros;
  • Garantia;
  • Taxas de construtora;
  • Impostos;
  • Demais custos administrativos.

Compreendendo o que cada termo significa, é hora de realizar a fórmula. A equação é realizada da seguinte maneira:

Custo Final = (CUB x AEqC + Itens não inclusos) x (1+BDI)

Gostou de conhecer mais sobre como calcular o custo por metro quadrado? Veja agora 5 dicas essenciais sobre custo de obras.

Os custos diretos e indiretos de uma obra

 

O custo é todo o valor necessário para a produção de um bem ou serviço. No setor de engenharia, os custos são variados e podem se dividir entre diretos e indiretos.

Os custos diretos são os mais fáceis de serem analisados por estarem diretamente ligados ao projeto de engenharia, como a matéria-prima, mão de obra, entre outros.

Já os custos indiretos são mais complexos pois, como o próprio nome diz, não estão ligados diretamente à obra e equipe. Como exemplo, podemos citar as próprias taxas BDI, que incluem taxas administrativas, impostos, entre outros.

Além disso, é importante lembrar que alguns custos, como a mão de obra, pode ser tanto direta quanto indireta.

5 dicas para a redução de custos em obras

 

1 – Faça uso das novas tecnologias

O avanço tecnológico está possibilitando aos profissionais o acesso às ferramentas poderosas e dinâmicas que auxiliam na gestão de custos de uma obra.

Entre essas tecnologias, há diversos softwares que podem ser utilizados tanto para a construção, como para a gestão de um projeto a fim de reduzir os seus custos.

2 – Busque profissionais qualificados

Não adianta possuir o melhor material, a melhor matéria-prima e o software mais sofisticado do mercado se você não estiver cercado por profissionais competentes.

Por isso, é de extrema importância que você valorize a contratação de seus funcionários e, caso eles não sejam capacitados, não hesite em investir em cursos que os qualifique.

Dessa forma, os colaboradores de seu negócio estarão aptos a gerenciar uma obra de forma econômica e com eficácia.

3 – Realize pesquisas de mercado

Saber analisar as principais tendências do mercado antes de qualquer projeto é algo essencial, independente do setor em que você atue.

Uma dica é utilizar as redes sociais para buscar comentários de clientes sobre determinado produto ou serviço.

4 – Evite desperdícios

Evitar o desperdício dentro de uma obra é um fator essencial para manter um saldo positivo, além de ajudar o meio ambiente e evitar consequências desagradáveis.

Portanto, compre o material na medida certa, acomodando-os em um local seguro e não gastando mais do que o necessário.

5 – Planejamento efetivo de gastos

Saber realizar um planejamento efetivo dos gastos de forma detalhada é algo essencial para a redução de custos de uma obra.

É preciso que seja informado como os recursos serão aplicados ao projeto. Além disso, você também deve planejar, com antecedência, como será feito o pagamento da obra.

Conclusão

Como foi visto no artigo, saber calcular o custo por metro quadrado de uma obra é imprescindível para qualquer pessoa que deseja reduzir os seus custos e almeja aumentar a produtividade da construção. Além disso, há outros fatores que auxiliaram nessa redução, como a diminuição de desperdício, o planejamento detalhado dos gastos, pesquisa de mercado, entre outros.

E aí, gostou de conhecer mais sobre o cálculo de custo por metro quadrado? Então aproveite para ler outros textos em nosso blog e não deixe de acessar as nossas redes sociais, como o FacebookLinkedin e Instagram. Em caso de dúvida, você também pode nos contatar por meio do telefone: (31) 2552 8037, ou pelo WhatsApp.

O papel da engenharia de custos no canteiro de obras

Engenheiros de custos olhando para a obra

Em qualquer obra, a prioridade do engenheiro é garantir que o processo seja concluído de forma eficiente, dentro dos prazos estabelecidos e sem grandes desperdícios de materiais. Garantir a rentabilidade de todas as partes envolvidas é o trabalho da Engenharia de Custos no canteiro de obras.

É por meio da Engenharia de Custos que a eficiência e otimização são garantidas em um projeto, seja de pequeno, médio ou alto padrão. Esta área não trata apenas de uma questão de custeio, mas trabalha ativamente no planejamento e execução do projeto.

A seguir, vamos falar um pouco sobre a importância da Engenharia de Custos no canteiro de obras.

Qual o papel da Engenharia de Custos?

Primeiro de tudo, o engenheiro de custos é responsável por toda a área orçamentária, de forma abrangente e completa. O profissional atua na gestão financeira dos empreendimentos, garantindo que os prazos sejam cumpridos, de modo a não desperdiçar recursos.

Além disso, a Engenharia de Custos é importante desde o início do projeto. Profissionais da área trabalham em conjunto com os demais setores para se assegurar, desde o princípio, a respeito da viabilidade técnica e financeira da obra.

Enquanto alguns profissionais analisam um estudo de viabilidade a respeito do canteiro de obras, terreno e modificações físicas, o custeio de todos os materiais, maquinário, espaços, locações e pessoal envolvido na obra é feito pelo engenheiro de custos.

Ademais, é a Engenharia de Custos que prevê todos os gastos necessários e aponta o melhor caminho a seguir, de modo a se gastar menos mantendo a qualidade necessária à obra.

Engenharia de Custos: muito além do orçamento

Muitas vezes, associamos a Engenharia de Custos apenas ao planejamento prévio do orçamento de obras.

Contudo, na realidade, é um setor que acompanhará todas as etapas do projeto, inclusive a sua execução no canteiro de obras.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos (Ibec), o profissional é fundamental para o desenvolvimento da obra, pois é quem promove o uso consciente de cada elemento utilizado na obra.

Trabalhando diretamente com gestores de projetos, a Engenharia de Custos inclui análises, diagnósticos e prognósticos detalhados a respeito de tudo o que envolve a obra. Ou seja, vai muito além do controle de valores.

Análise de investimentos e cronogramas

Antes da implementação de um projeto, sabemos que é necessário realizar uma análise precisa de todos os elementos da obra. Para tanto, é necessário o cálculo geral de custos com:

– Pessoal, direta ou indiretamente envolvidos com a execução da obra;

– Materiais;

– Insumos;

– Equipamentos;

– Transporte;

– E todas as taxas e seguros associados.

Segundo a Ibec, o engenheiro de custos é responsável por:

– Estimativa de gastos;

– Análise econômica;

– Elaboração de orçamento;

– Controle de mudanças;

– Análise de riscos.

Todos os fatores são importantes e não devem ser descartados. Os cálculos de BDI também são de responsabilidade do profissional de custos.

Além disso, é a engenharia de custos quem elabora o cronograma da obra. Prazos estabelecidos devem ser seguidos para a completude do projeto em tempo viável e, desta forma, evitar a elevação de custos com locação de equipamentos e horas de trabalho, por exemplo.

Acompanhamento no canteiro de obras

Conforme já mencionamos, a Engenharia de Custos está presente durante toda a duração do projeto e execução da obra.

No cotidiano do canteiro de obras, o papel da Engenharia de Custos é realizar o acompanhamento da rotina e fluxo de trabalho, atentando-se para possíveis problemas e erros que possam surgir.

O dever do engenheiro de custos no canteiro de obras é resolver esses problemas de forma rápida e eficiente, antes que se tornem mais caros ou maiores. Assim, é garantida a otimização do trabalho – sempre respeitando a saúde dos trabalhadores e normas técnicas, é claro.

Quer saber mais sobre dados e custos na Engenharia? Acesse nosso site ou entre em contato conosco via WhatsApp para esclarecer dúvidas ou solicitar um orçamento.