Custo individualizado de obra: 6 dicas para gerir

O valor despendido em uma construção é sempre uma das principais incógnitas ao se iniciar uma edificação. Diversas são as variáveis e o cálculo pode parecer muito complicado. Neste artigo serão apresentadas X dicas de como gerir o custo da sua obra.

1 – Como começar?

Os primeiros passos nessa empreitada são: a especificação do edifício a ser construído e o cálculo do m2. É importante ressaltar que algumas construções são mais lucrativas do que outras e a apuração do valor a ser gasto torna-se muito relevante.

2 – Como utilizar o Custo Unitário Básico?

O cálculo do Custo Unitário Básico (CUB) pode auxiliar bastante nesse momento. Desde a década de 60, o Banco Nacional Habitacional, junto com a ABNT, disponibiliza mensalmente os valores referentes aos gastos estimados necessários a uma obra.

Esses valores não correspondem exatamente ao valor final da obra, mas servem como base para a edificação a ser feita. Neles estão envolvidos: salários dos profissionais, custo com materiais e equipamentos, além de despesas administrativas.

Vale ressaltar que o CUB não é o mesmo para todas as regiões, sendo necessário encontrar aquele relacionado ao estado no qual será realizada a obra. Para ter acesso ao cálculo do Custo Unitário Básico de São Paulo, basta clicar neste link. Para acessar o de Minas Gerais, o site é este.

3 – Trace um cronograma

O desenho de um cronograma ajuda bastante na hora de gerir os custos de uma obra. Deve-se lembrar que quanto maior o tempo despendido, maior é o desembolso. Além disso, a compra ou aluguel dos materiais adequados, no tempo certo, pode trazer alívio ao bolso.

4 – Utilize-se de planilhas e outras ferramentas de gestão

É realmente importante fazer uso de planilhas e outros softwares que possam auxiliar na hora de organizar as contas. Documente a quantia que foi gasta, o que foi comprado, onde foi comprado e para qual obra foi comprado. Essa pequena dica pode evitar futuras dores de cabeça.

A criação de um gráfico com os gastos previstos versus os gastos efetivos para realizar a construção auxilia na visualização das despesas imprevistas. E lembre-se de sempre fazer uso desses dados, é importante aprender com eles para não repetir erros passados.

5 – Cuidado com os pequenos equívocos

O primeiro ponto deste item são os desperdícios. Toda obra os terá, é inevitável, porém redobrar a atenção para minimizá-los é um grande passo para uma construção ideal.

Avalie TODOS os seus custos! Inclua tudo em sua planilha, desde o combustível utilizado no deslocamento até a obra até os parafusos usados nela. Evite, também, usar as ferramentas e materiais de uma obra em outra.

6 – Fique atento aos seus funcionários

Novamente, crie diferentes planilhas para diferentes obras e documente onde cada colaborador está atuando. Se houver funcionários trabalhando em mais de uma obra, essa situação deverá ser documentada e levada em conta na hora de fechar o mês.

7 – Entre em contato conosco

A Realta é especialista em orçamentos detalhados ainda em fase inicial de edificação. Realizamos seu orçamento com grande aproximação do real valor e provemos soluções que permitem a realização da sua obra no menor tempo e pelo menor custo.

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As principais etapas envolvidas no orçamento executivo de obras

Fazendo orçamento executivo

Um orçamento é onde são determinados os gastos para a execução de um projeto, da sua concepção até a conclusão e entrega, conforme um planejamento previamente estabelecido.

Mas, diferente do que muitas pessoas pensam, o orçamento não trata apenas de verificar preços em uma planilha.

Ao longo deste artigo, explicaremos a diferença entre orçamento e orçamentação, a importância de criar um orçamento, o que é um orçamento executivo e quais suas principais etapas. Continue lendo para saber mais.

Orçamento ou orçamentação?

O sucesso de uma obra é definido, entre outras questões, pelo atendimento ao prazo de entrega e por ser realizada dentro do custo planejado.

Imagine planejar um empreendimento com base em um valor e, ao longo da execução, gastar muito mais do que o previsto?

A orçamentação é o processo de pesquisar e elaborar os custos de uma obra. Já o orçamento é o documento resultante deste processo.

A ideia é justamente calcular a expectativa de custos e evitar que seja gasto mais do que o que se esperava inicialmente.

Mas não é apenas ir a uma loja de materiais e verificar preços. Ele contempla o material utilizado, a mão de obra envolvida, os impostos, máquinas e equipamentos; além de custos indiretos e até mesmo, em alguns casos, o preço de venda depois de concluída a obra.

O que é um orçamento executivo?

Enquanto o orçamento convencional vê a obra como pronta, o orçamento executivo tem a preocupação de detalhar cada etapa da construção, respondendo à necessidade de modelar custos conforme eles acontecem no canteiro, ao longo da execução da obra.

Basicamente, a ideia é adequar às informações do orçamento aos dados adquiridos enquanto a obra acontece, de forma contínua. Logo, o orçamento executivo está intimamente ligado a cada etapa da obra.

A maior diferença entre esse tipo de orçamento e o tradicional é o tempo. Enquanto no orçamento tradicional a orçamentação é feita com base na obra pronta, ignorando os processos de construção, no orçamento executivo é analisada cada etapa.

O resultado é que, por levar em conta os custos de mão de obra e de equipamentos proporcionalmente ao seu uso no tempo, a uma estimativa de custos é muito mais detalhada e precisa.

Outras vantagens do orçamento executivo

Uma das maiores vantagens é a transparência, aumentando a capacidade de tomar decisões rápidas e melhor embasadas, já que os dados são atualizados conforme a obra se desenrola.

Os parâmetros orçados estão intimamente ligados ao momento de execução, balanceando as equipes de trabalho, considerando tempos improdutivos e otimizando o setor de suprimentos, porque fica claro quais materiais são necessários em cada momento.

Diversas obras se veem presas a orçamentos e prazos muito limitados, e a melhor forma de evitar prejuízos desnecessários é através de um bom planejamento que inclua um orçamento bem detalhado.

Afinal, a conclusão de uma obra depende necessariamente da disponibilidade financeira, e o orçamento é uma ferramenta necessária para verificar a viabilidade.

Principais etapas envolvidas no orçamento executivo de obras

Não importa se o empreendimento é uma casa, um prédio ou mesmo uma indústria. O orçamento executivo pode ser aplicado em todas essas situações, mudando apenas a quantidade de serviços e de insumos que precisarão passar por análise.

O orçamento será baseado no projeto, levando em conta as plantas e outros documentos de onde será retirado o levantamento dos quantitativos; e nas especificações técnicas, que levarão em conta questões qualitativas.

Com essas informações, é possível criar um orçamento bem embasado, seguindo especificações e requisitos pré-definidos.

Deve-se visitar o local, conhecendo o ambiente para criar um orçamento o mais preciso possível.

No contexto público, deve-se ter especial cuidado com o que está determinado pelo edital, já que costumam haver diversos requisitos para a licitação.

A seguir, é feito o levantamento de quantitativos, onde é verificada a quantidade de cada serviço e material será utilizado em cada momento.

Depois disso, vem a parte mais trabalhosa de um orçamento de obra: é verificado o custo direto de uma unidade de cada serviço, que depois será multiplicada pelos quantitativos correspondentes, anteriormente verificados.

Vencida esta etapa, é verificado o custo indireto, aquele decorrente de despesas de água, eletricidade e materiais que serão utilizados no decorrer da obra.

Se não há intenção de vender o empreendimento, o orçamento está concluído, porém, caso haja essa intenção, ainda é necessário calcular o preço de venda, levando em conta não apenas os gastos da obra, como também o lucro que se deseja obter com a propriedade, seja através de licitação ou diretamente com o cliente.

Importante lembrar que, para que o orçamento executivo seja um sucesso, é preciso planejamento e também controle.

O orçamento executivo permite verificar cada etapa, identificando e solucionando problemas antes que eles afetem o custo final do projeto.

Obtenha consultoria especializada

Muitos empreendedores compreendem com facilidade a necessidade de um orçamento, porém não contam com ajuda especializada e não identificam falhas e deficiências em seus orçamentos, o que pode trazer gastos inesperados.

Além disso, devemos levar em conta que a execução de uma obra é feita em grande parte por pessoas sem formação técnica. Por isso, por que não contar com equipes especializadas para acompanhar o desenvolvimento do empreendimento e garantir seu sucesso?

Conte com a Realtá para analisar o seu negócio, estudando o impacto econômico de seus projetos desde a fase de viabilidade até a execução, criando orçamentos com base em um banco de dados com valores atualizados do mercado, conforme empreendimentos de naturezas diversas controladas pela TecPlaner.

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São equipes especializadas compostas por gerentes de projeto, engenheiros, técnicos e administradores com vasta experiência em negócios imobiliários, industriais, mineração, siderurgia, entre outros setores, para garantir a execução do seu projeto com muito mais eficiência.

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Orçamento preliminar: os principais benefícios para a obra

Benefícios do orçamento preliminar

Quando se fala de orçamento, muitas pessoas ignoram que existem diferentes tipos de orçamento, baseados em dados diferentes para verificar a viabilidade financeira, possibilitar a execução de projetos, estimar o custo total e, em casos em que há intenção de venda, determinar o preço do empreendimento para licitações ou clientes finais.

Quem trabalha com construção civil, sabe que a participação de mão de obra especializada no planejamento e gerenciamento de obras faz toda a diferença no resultado, evitando erros que causam retrabalho, perda de materiais ou outros problemas que afetam o custo final. Então, por que não contar com uma consultoria especializada?

Neste artigo, abordaremos os benefícios de um orçamento preliminar, mostrando como ele contribui para o sucesso da obra.

O que é um orçamento preliminar?

O orçamento preliminar começa depois que o anteprojeto e os projetos básicos de um empreendimento já foram realizados e serve para obter valores mais precisos do que os estabelecidos na estimativa de custos.

Ele leva em consideração o levantamento de quantitativos, como a quantidade de materiais, a área a ser coberta, o peso das armaduras, entre outras informações importantes que, se verificadas corretamente, podem estimar custos com maior precisão em relação ao custo final.

Isso é muito importante, já que todo projeto depende de viabilidade financeira: se o custo final fica acima do orçamento, é possível que a obra nem seja concluída.

Por isso, defeitos e falhas no planejamento — incluindo erros no orçamento — são a principal causa de prejuízos em empreendimentos.

Em que fase do projeto se encaixa o orçamento preliminar?

O orçamento preliminar é um instrumento que faz parte da fase de criação do projeto executivo.

Ele é uma versão aprofundada da estimativa de custos, mas não tanto quanto o orçamento analítico.

É no orçamento preliminar que são incluídas noções sobre a quantidade de alguns materiais, como concreto, madeira e outros, com o objetivo de estimar o custo da obra para o investidor.

Para realizá-lo, é preciso ter em mãos o anteprojeto, o projeto pré-executivo e algumas especificações técnicas, como a espessura de camadas de concreto, por exemplo.

Obtenha um orçamento mais preciso e otimize seus gastos por meio de consultoria especializada

Muitos profissionais já compreenderam a importância do processo de planejamento e controle de obras mas, por não possuírem ajuda especializada, negligenciam etapas importantes, causando impactos negativos nos custos do projeto ao cometerem erros que poderiam ter sido evitados.

A conclusão de um empreendimento depende, entre diversos fatores, da disponibilidade financeira, inclusive de uma reserva específica para imprevistos, que também deve estar discriminada na elaboração do orçamento de uma obra.

A Realtá desenvolve orçamentos completos e precisos, mesmo para projetos ainda em fase de detalhamento.

Com uma equipe especializada e conhecimento de mercado, estimamos custos ainda não projetados com grande aproximação, evitando atrasos e perdas financeiras na obra ao analisar soluções técnicas que demandem menor prazo e menor custo.

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Pré-Orçamento de Obras: entenda sua importância e suas etapas

Pré-Orçamento de obras

O pré-orçamento de obras é um documento extremamente importante criado a partir do balanço de gastos para executar uma obra. Ele envolve os valores necessários desde o início da construção até a finalização total da obra. A orçamentação é fundamental para se obter a segurança do preço fixado, pois o custo final de uma obra define a viabilidade da construção.

É comum se deparar com situações em que o pré-orçamento de obras é negligenciado, causando gasto excessivo de recursos e, em casos mais graves, falta de dinheiro para concluir os serviços necessários para a finalização. Geralmente, este é o erro cometido pelas construções inacabadas ou muito atrasadas no que se refere ao tempo estimado.

A importância de um pré-orçamento de obras para o empreendimento

Para formular um bom pré-orçamento, é necessário reunir diversos dados que detalhem os métodos e serviços para a realização da obra. É importante ressaltar que não é possível estabelecer cálculos exatos se os materiais ainda não estiverem definidos pelos profissionais responsáveis.

As construtoras possuem propostas diversas de negócio para a resolução da mesma obra, de forma que a concorrência entre elas seja acirrada. Para garantir a melhor escolha entre construtoras, é imprescindível que o pré-orçamento seja bem estruturado para que nenhum dos lados tenha prejuízo.

As principais etapas de um pré-orçamento de obras

Como qualquer procedimento que envolve grandes investimentos, o pré-orçamento de obras é constituído por etapas. As três etapas principais a serem consideradas são:

Análise do projeto: durante a análise, a viabilidade da obra é estudada e uma equipe multiprofissional destina-se a entender o planejamento. É necessário contar com engenheiros, bem como arquitetos para a etapa de análise. O processo estima gastos, necessidades, investimentos e busca esclarecer o lucro desejado a partir da construção. Por esse motivo, o orçamento precisa estar de acordo com a realidade dos interessados – esta medida evita que o empreendimento seja abandonado antes mesmo de ser finalizado;

Documentação da construção: estar de acordo com as leis vigentes do local escolhido é de extrema importância para o pré-orçamento da obra. Em casos de imprevistos com a justiça e regulamentação, é possível que o planejamento perca em tempo de execução, seja entregue muito após o prazo e ainda precise arcar com custos extras sobre taxas. Obter uma relação da documentação necessária e as pessoas responsáveis por estes, para prever problemas e resolver determinadas questões, evita imprevistos que possam prejudicar o cronograma e lucro da obra;

Tomada de decisão: última e decisiva etapa do pré-orçamento de obras, a tomada de decisão é o momento em que a construção tem seu potencial analisado com maior profundidade. Por meio de cálculos e simulações, estima-se qual será o valor do empreendimento no mercado imobiliário e o que acontecerá, ao finalizar a obra, se o mercado estiver em alta ou baixa.

Considerando que uma construção pode demorar meses ou até mesmo anos para ser concluída, alguns cálculos podem soar como incertos por conta da movimentação do mercado imobiliário e seus valores. Entretanto, ainda assim é necessário prever o mais precisamente o que pode ocorrer durante e após a construção do empreendimento.

Terminando as principais etapas, o pré-orçamento de obras precisa realizar algumas fases para ser bem-sucedido de fato. A partir da visão generalizada do projeto, os responsáveis conseguem estabelecer um orçamento confiável para dar início à obra. Verifique quais são eles a seguir.

As fases de um pré-orçamento de obras

1. Variáveis: reunindo os gastos com profissionais da área, materiais e documentos obrigatórios, organiza-se em planilhas para obter uma visão mais ampla sobre os custos que serão gerados. É fundamental que a fase de estudo de variáveis seja minimamente detalhada, pois a precisão assegura uma menor chance de prejuízos.

Um bom exemplo é, caso a obra necessite de pavimentação, deve-se realizar uma divisão de etapas com mão de obra e materiais contendo: etapa hidráulica, estrutural, elétrica, etc. A etapa de estudo de variáveis deve acontecer com a equipe multiprofissional responsável pela construção e com a construtora que a realizará. A especificação de custos e organização conta muito, nesta etapa.

2. Custos: são vários os custos que estruturam uma obra, sendo diretos ou indiretos. Custos diretos são aqueles já estabelecidos pelo orçamento, ou seja, o dinheiro gasto em materiais e mão de obra. Os custos indiretos são aqueles que ocorrem para que a obra possa seguir, porém, não têm relação com a construção, como:

  • Materiais de escritório;
  • Taxas;
  • Profissionais para o setor administrativo;
  • Seguros, entre outros.

Com os serviços já listados, o engenheiro é o responsável por calcular tudo o que será preciso para realizar a obra. Por ser uma fase de muita carga de trabalho, é comum que outros profissionais auxiliem na tarefa. Qualquer erro nos cálculos pode ser fatal para o sucesso do projeto.

3. Fechamento: o fechamento acontece após a finalização total do orçamento e o construtor deve estimar os riscos possíveis e as previsões sobre o mercado imobiliário. O fechamento possibilita o uso de ferramentas como as curvas ABC de Insumos e Serviços.

As curvas ABC de Insumos e Serviços é uma ferramenta gerencial que classifica as informações de maior importância ou impacto, para a obra. Ou seja, a curva nada mais é do que uma auxiliar muito relevante para o gerenciamento de projetos. A curva também é conhecida como 80-20.

Ao fim, é comum que a planilha seja mostrada ao cliente para que haja um melhor entendimento. O cronograma da construção também é demonstrado, de modo que o cronograma e as etapas sejam visualizados.

Considerações finais

Atualmente, diversas tecnologias ajudam a formular o pré-orçamento de obras e construções. Apesar das facilidades, é essencial que os profissionais saibam usar as funções e estejam preparados para calcular com precisão. Além de experiência, exige-se atualização constante de engenheiros e arquitetos para uma boa concepção de pré-orçamento e orçamento de obra. Seguindo as recomendações, é possível estruturar um pré-orçamento de obras que traga segurança ao empreendimento e lucro aos envolvidos.

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SINAPI: confira como usar a tabela no orçamento de obras

Sinapi, como usar no orçamento de obras

O Índice SINAPI (sistema Nacional de Índices da Construção Civil) nada mais é do que um banco de dados criado pela Caixa Econômica Federal, composto por preços de serviços e insumos utilizados na indústria de construção.

O SINAPI conta com dados atualizados mensalmente junto com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para a elaboração dos orçamentos de engenharia, afinal, criar um orçamento de obras detalhado é uma das principais etapas da construção.

O que é o SINAPI?

A tabela SINAPI é uma espécie de banco de dados que controla as despesas e receitas na hora da Construção Civil, evitando desvios financeiros e fornecendo uma visão melhor sobre os dados econômicos ao final do processo.

Esse sistema foi regulado em meados de 2013, por meio do decreto 7983/2013 e estabelece que as obras públicas devem utilizar o SINAPI para dar referência aos gastos realizados nas licitações que envolvam a construção.

Sendo assim, o custo total da obra deve ser calculado com base sobre o preço fornecido pela SINAPI, mesmo que o valor não seja idêntico, deve ser sempre inferior aos apresentados na tabela, de modo que o preço nunca passe do teto indicado pela SINAPI.

Desse modo, vale ressaltar que no caso de licitações públicas ou sociedade misto, o custo total da obra deve ser calculado tendo como base o preço do SINAPI. Se não igual, deve ser inferior aquelas apresentadas na tabela, de modo que o preço nunca passe do teto indicado pelo SINAPI.

Os dados da tabela são agrupados por estados com a ajuda do IBGE. Além disso, na tabela, também é possível encontrar informações referentes aos salários dos profissionais que atuam nos estabelecimentos comerciais, industriais e sindicatos de construção civil, presentes em todas as capitais do país.

A parte da manutenção da base técnica de engenharia, que comporta a especificação dos insumos, orçamentos de referência, a composição dos serviços e processamento de dados atualizados, fica por conta da Caixa Econômica Federal.

No índice SINAPI, é possível encontrar informações como Custos de projetos, relatórios de preços de insumos e custos de serviços, evolução de custos e indicadores da construção, consulta pública e encargos sociais.

Quer saber mais sobre os orçamentos de obras? Clique aqui.

Como usar o SINAPI?

Embora o SINAPI tenha sido elaborado para atuar como parâmetro na hora da execução de obras públicas, ele também é uma ótima referência para as obras de engenharia do setor privado. Especialmente para as obras que ainda estão sendo planejadas.

Para acessar o Índice SINAPI, é necessário acessar a ferramenta através do site oficial da Caixa Econômica Federal. Lá os arquivos são separados por categorias, basta escolher a opção desejada e definir o estado cujos preços serão utilizados como base, efetuar o download gratuito e acessar os dados necessários.

Como fazer um orçamento usando a tabela SINAPI?

Como dito anteriormente, a SINAPI é realizada com base em cada estado brasileiro, sendo assim, na hora de consultar a tabela é importante buscar exatamente pelo estado onde será realizado o serviço ou a construção.

A SINAPI traz dados bem importantes para quem precisa realizar um cálculo do custo de mão de obra por estado, por construção, m² ou até mesmo para quem quer verificar o valor de determinado serviço ou produto.

Para fazer esse orçamento, basta acessar o site do SINAPI, rolar a página até a parte intitulada como “Preços e Custos de Referência”, clicar no estado desejado. Após ser direcionado para a página de “Download de Arquivos”, estarão disponíveis os arquivos do SINAPI.

Observe que existem duas opções de tabela de cada mês, a desonerada e a não desonerada, a diferença entre elas está no valor dos impostos incidentes, como no caso do INSS.

De acordo com a legislação trabalhista, a empresa pode pagar uma contribuição em torno de 20% para o INSS ou optar pelo pagamento da CPRB.

A escolha de qual tabela usar fica a critério do contratante dos serviços, mas deve ser realizado mediante a descrição no contrato.

Agora, clique sobre o mês desejado e baixe os arquivos do ano mais recente. Depois concluído, basta abrir a pasta onde os arquivos foram salvos, clicar nas tabelas baixadas e pesquisar o produto ou serviço em questão. O ideal na hora de visualizar os dados é utilizar programas de planilha, como Excel, LibreOffice Calc, ou Planilhas do Google drive.

Por que é importante usar o Índice SINAPI?

Orçamento é uma das principais etapas na hora de construir uma obra, uma vez que ele funciona como apresentação dos gastos necessários para a execução dos serviços e dos materiais necessários.

O uso desta dessa tabela é obrigatório para a elaboração das obras públicas, porém ela também pode ser uma ótima ferramenta na hora de criar uma base orçamentária para as obras de clientes privados.

Isso porque ela serve como uma referência para os serviços que ainda não foram realizados ou como um comparativo para os serviços onde a empresa já possua índices de consumo, com a finalidade de procurar insumos mais baratos ou melhorar a gestão de gastos.

Ter em mãos uma fonte de consulta que permita conhecer os custos de insumos e índices de produtividade ajuda a otimizar os processos de gerenciamento da obra, a construção civil está ligada especialmente aos melhores resultados e a qualidade das obras.

Afinal, a qualidade se relaciona com a segurança que o projeto proporciona, com um cálculo mais correto e eficiente a empresa consegue reduzir os custos e prezar pela qualidade dos materiais e serviços.

Isso sem contar que com orçamentos mais assertivos, a empresa consegue reduzir a necessidade de usar mais verba na hora de finalizar um projeto. Quando se trata de uma obra pública, quem paga esses gastos a mais são os contribuintes, proporcionar esse diferencial é fundamental para gerar uma economia de dinheiro e o cumprimento dos prazos sem que a obra acaba impactando nas verbas públicas e até aumentando o tempo de construção.

Está com dúvida ou quer saber mais? Então, entre em contato conosco por telefone!

Principais cuidados na hora de fazer alterações no orçamento da obra

Cuidados na alteração do orçamento da obra

Orçamento é parte importantíssima durante uma obra, e deve estar presente desde a elaboração do projeto. Então, quando mudamos algo, é importante tomar alguns cuidados na hora de fazer alterações no orçamento da obra.

Evita-se, ao máximo, esse tipo de ação no orçamento da obra, mas há situações em que não há outra escolha.

Lembrando que a definição de custos e prazo sobre uma obra são determinados por meio de ferramentas como Projeto Arquitetônico, além de memoriais descritivos e projetos complementares. Não é incomum encontrar profissionais fazendo orçamentos sem esses dados. Isso aumenta as chances de ter que alterar a proposta depois.

Quer saber mais? Continue a leitura e saiba mais sobre orçamento da obra e como fazer alterações.

Atenção para especificações técnicas

Durante a elaboração do orçamento, é preciso estar atento às especificações técnicas, presentes em documentos como os projetos técnicos.

Se você precisou alterar algum dado, é porque isso não foi observado na elaboração do orçamento base. Cabe, então, sanar os problemas e criar imagem de custos mais fiéis às necessidades da obra.

A interpretação do projeto é crucial para que o orçamento não seja mais alterado, afinal, fazer mudanças constantes atrapalha o início da obra e seu andamento.

Visite o terreno antes de fazer alterações no orçamento da obra

Outro ponto que pode mudar detalhes importantes é sobre o local onde será realizada a obra. Fazer uma visitação evita erros que você não saberia apenas em posse da documentação que citamos antes.

Pensemos em um exemplo, você cotou um material mais econômico, como silos para a argamassa industrializada. Porém, quando visitou o espaço, percebeu que não há espaço disponível no local para realização da silagem.

Percebe o problema? A economia não aconteceu e será preciso refazer o orçamento.

Tenha cuidado ao levantar os quantitativos

A previsão dos quantitativos é relativa à quantidade, mesmo de material gastos, como a metragem de porcelanato, por exemplo.

Também são dados muito importantes na hora de realizar correções no orçamento. É imprescindível ter atenção a esses dados, principalmente porque temos hoje ferramentas para ajudar nisso.

Há softwares que ajudam a calcular informações com base nos projetos.

Avalie novamente os serviços necessários para a obra

Uma obra não se faz apenas de materiais, acontece por meio de prestação de serviços de uma série de profissionais. Por isso, dentro do orçamento deve conter os valores relativos à mão de obra de cada profissional ou empresa contratada.

Na hora de refazer o orçamento, tenha certeza de que os serviços estão compatíveis com o porte da obra e das necessidades do espaço onde será a execução.

São muitos os detalhes em torno da elaboração de um orçamento. Quando inevitável, fazer alterações no orçamento da obra pode ser a oportunidade de avaliar novamente os dados cotados.

Esses cuidados podem prevenir até prejuízos durante a execução, além da paralisação da obra. Imagine o transtorno causado por esse mal planejamento.

Pois bem, é preciso contar com especialistas quando o assunto é orçamento da obra. Afinal, cada etapa deve ser executada com excelência para resultados satisfatórios, do início ao fim.

Entre em contato através do link para saber mais sobre o nosso trabalho!

3 pontos para prestar atenção na revisão do orçamento de obras

Revisão orçamento de obras

Quem trabalha com construções e empreendimentos sabe que, muitas vezes, é comum que os custos sejam estimados como um parâmetro para dar continuidade ou iniciar a empreitada. No entanto, depois que todo o processo é formalizado, pode acontecer que novas informações surjam e, consequentemente, que seja necessária uma revisão do orçamento de obras.

Afinal, quando se trata de um orçamento, os materiais podem sofrer reajustes, a mão de obra pode aumentar, e até mesmo pode surgir uma nova demanda dentro da construção, tornando necessário refazer os cálculos e encontrar um novo valor que seja viável para as partes envolvidas.

Ainda assim, como realizar este processo sem cometer erros? Fique atento a três pontos que precisam da sua atenção neste momento e comece já a atualizar o seu orçamento de obras:

1. Lembre-se de que você ainda está fazendo estimativas

Diversos erros de orçamento de construção acontecem na fase de estimativa do projeto, como já mencionamos na nossa introdução. No entanto, ao refazer os cálculos do orçamento, é preciso que os profissionais compreendam que ainda estão lidando com uma probabilidade e que este novo valor não é imutável ou permanente até que a obra se acabe.

Para os casos de empreendimentos mais demorados, é natural que ocorra um novo reajuste nos materiais, por exemplo, o que acarretará uma nova mudança na planilha orçamentária. Por isso, não tome as decisões de projeto com base na oferta mais baixa, incentivando estimativas imprecisas ou mal elaboradas.

Resista à tentação de apresentar os menores preços para agradar aos contratantes e apresente um valor que já cubra uma possível alteração futura, para que não precise se indispor constantemente com os envolvidos, ao anunciar que precisa fazer novos cálculos.

Inclusive, aqui vai uma dica extra: multiplique seu orçamento por 1,5% para que você tenha um extra que possa cobrir qualquer eventualidade.

2. Monitore essa revisão do orçamento de obras a longo prazo

Um problema da revisão do orçamento de obras é que você pode pensar “Ok, são apenas R$ 800 a mais por este material” e concordar de imediato com esta atualização. No entanto, a realidade é que, no escopo de um grande orçamento, este valor pode não parecer muito, mas se você continuar fazendo isso, pode acabar se tornando uma quantia exorbitante em longo prazo.

Por esta razão, monitore sempre estes recálculos e visualize sempre estas contas, de uma maneira que se tornem palpáveis para você e sua equipe – seja no papel ou tecnologicamente. Afinal, está é uma forma de manter a responsabilidade, observar as despesas e evitar que se tornem gastos excessivos.

3. Segmente os custos para melhor visualizá-los

Reserve uma quantia para cada trabalho e crie um esboço de categorias, como:

– Encanamento;

– Eletricidade;

– Fundação;

– Telhados;

– Ou o que preferir.

Desta forma, será mais fácil obter uma visão geral de suas despesas até então e também das futuras, já que todo o orçamento estará separado em segmentos.

Dessa maneira, a equipe conseguirá identificar o quanto deste valor inicial precisará ser alterado e em qual setor está o “problema”, diagnosticando qual parte da obra tem exigido mais financeiramente e se, realmente, precisa de um investimento tão grandioso assim.

Por exemplo, dedicar uma boa quantidade do dinheiro à fundação é totalmente compreensível, uma vez que o empreendimento precisa estar forte e bem fincado. No entanto, estourar o valor com pisos e tinturas, a ponto de precisar de uma revisão do orçamento de obras, pode indicar um erro de gestão ou algo que precisa ser alterado no projeto.

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A Realtà desenvolve orçamentos completos e detalhados, para projetos que ainda estão nesta fase. Inclusive, a experiência da companhia nos permite estimar os custos com grande aproximação, demandando menor prazo e, claro, menor custo.

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Desoneração na construção civil: o que é e qual seu impacto no orçamento da obra?

Desoneração de construção civil

O setor da construção civil precisa seguir algumas legislações, de modo a deixar as empresas do segmento mais organizadas, uma delas é a desoneração.

Saiba mais sobre o que é desoneração na construção civil e seu impacto no orçamento da obra.

O que é desoneração na Construção Civil?

De uns anos para cá, o setor da Construção Civil recebeu uma alta demanda de projetos, o que resultou em uma elevada contratação de funcionário e, consequentemente, de custos tributários. Isso fez com que o segmento, assim como muitos outros no país, optasse pela informalidade, ou até mesmo por máquinas que substituísse o trabalho braçal.

Diante desse problema, o Governo Federal, com base nas suas atribuições legais, aprovou uma redução da carga tributária das empresas, essa medida ficou conhecida como desoneração.

Sendo assim, a desoneração na construção civil surge de duas formas:

– Obrigatório;

– Opcional.

Sendo que a opção pode se dar por projeto, ou seja, por obra, ou pela empresa, sendo aplicável a todos os projetos daquela construtora.

Dessa forma, nasce a contribuição substitutiva, também chamada de CPRB, prevendo uma alíquota de 2%. Mas o problema é que ela pode esbarrar com a contribuição de 4,5% mediada por lei, fazendo com que a construtora pague duas alíquotas.

O que diz a lei de desoneração na Construção Civil?

A lei de desoneração na Construção Civil é mediada pela 13.131 de agosto de 2015, já se tornando um substitutivo a Lei 12.546/11, tornando a desoneração uma opção e trazendo a majoração da alíquota do CPRB sobre receita bruta, prevendo os 4,5% de contribuição.

Ainda segundo a lei, a desoneração na construção civil se aplica às empresas que são construtoras, mediadora de venda de serviços ou prestadoras de serviços especializados para o segmento. Dessa maneira, podemos entender que as organizações que prestam serviços, possuem folha de pagamento e podem optar por seguir essa legislação.

Outra questão importante da lei é a fiscalização por meio do CNAE fiscal dessas empresas. Para a desoneração na Construção Civil, podem optar por ela, as organizações que possuem CNAE fiscal nos grupos 41, 42 e 43, respectivamente.

Impacto da desoneração no orçamento da obra

É sabido que o orçamento é uma das partes mais fundamentais para a construtora, é nele que se encontram as obrigações orçamentárias e a viabilidade da empresa em conseguir honrar com o compromisso.

Sendo assim, a desoneração na construção civil vem como uma maneira de mediar os custos, tornando a obra pouco onerosa para o cliente e também para a empresa.

Por isso, ter a opção é importante, uma vez que caso a empresa já tenha uma folha de pagamento que seja maior do que 22% do valor dos serviços e quando o gasto com pessoal administrativo e pró-labore seja significativo o suficiente para ter um alto impacto no valor final do projeto.

No entanto, caso a construtora já faça uso da terceirização de mão de obra durante a execução do projeto e os gastos com o pessoal administrativo é muito pequeno, não é vantagem optar pela desoneração na Construção Civil pelo valor da alíquota, deixando essa opção mais cara para o orçamento do que de outra forma.

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Como evitar os erros mais comuns em um orçamento de obras

Fazendo orçamento de obras

O orçamento de obras é uma etapa crucial em um projeto de construção civil. Afinal, qualquer erro neste momento pode simplesmente inviabilizar o empreendimento. Neste artigo, vamos explicar os erros mais comuns num orçamento de obras e como é possível evitá-los.

Acompanhe a leitura!

Precificação dos materiais e serviços

A precificação correta dos materiais e insumos para a construção, além do custo da mão-de-obra para executá-la, é um dos erros mais comuns quando falamos em um orçamento de obras.

Sendo assim, é fundamental incluir no orçamento o valor mais atual possível de itens como:

  • Materiais de construção e insumos;
  • Maquinários;
  • Profissionais;
  • Etc.

Essa atualização dos preços serve para que possíveis diferenças nos custos sejam previstas antes de iniciar a construção. Além disso, ter esses custos atualizados faz com que o orçamento da obra seja o mais assertivo possível, evitando prejuízos.

Inclusão de custos indiretos

Outro erro bastante comum é a falta de inclusão de custos indiretos no orçamento de obras. Podemos citar exemplos como a parte administrativa da empresa, viagens, impostos, seguros, entre outras despesas que deveriam estar incluídas no orçamento de obra.

No entanto, a não inclusão desses custos indiretos pode significar prejuízos ao final do projeto. Sendo assim, é importante que a construtora saiba como calcular o BDI.

Essa sigla significa Benefícios e Despesas Indiretas, e serve justamente para dar exatidão no cálculo do orçamento de obras. Desta forma, a empresa garante uma margem de lucro mais precisa para a execução e entrega da obra.

Calcular os Impostos

É comum que alguns estados e municípios possuam alíquotas de impostos diferentes. Com isso, construtoras que executam obras em diversas regiões do país precisam ficar atentas com as diferenças na cobrança de tributos.

Sendo assim, para evitar um erro no cálculo de impostos, é importante fazer uma revisão periódica das taxas de impostos e verificar possíveis alterações na lei que possam encarecer o custo da obra.

Inclusão de fretes e descargas para a obra

Toda obra recebe materiais e insumos constantemente. E nem sempre o custo do transporte e descarga de materiais é incluído no orçamento de obra, o que pode impactar e encarecer o custo final do projeto.

Para evitar este erro, é fundamental ter uma excelente previsibilidade em relação a quantidade de materiais e insumos que serão utilizados, além de projetar possíveis variações no custo de fretes ao longo do período da obra.

Custos trabalhistas

Por fim, sua empresa deve evitar erros relacionados a custos trabalhistas. O custo da mão-de-obra nas construções varia bastante de região para região. Sendo assim, é importante estar atento aos custos com salários estabelecidos pelas convenções coletivas locais.

Isso dará uma projeção mais assertiva em relação ao custo com as equipes no canteiro. E evitar erros com custos trabalhistas é essencial, tendo em vista a possibilidade de futuras ações trabalhistas e indenizações para empregados da obra, impactando no orçamento final da obra.

Outra possibilidade é encontrar parceiros que possam executar algumas etapas de forma terceirizada. Assim, sua empresa diminui a quantidade de operários próprios e garante maior assertividade no orçamento de obra.

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Orçamento executivo: entenda os 3 principais pontos

Orçamento Executivo, entenda os 3 principais pontos

Orçamento Executivo é uma ferramenta crucial. Afinal, é por meio dele que é possível determinar a viabilidade de um projeto de Construção Civil. Nesse ramo, trabalhar no improviso pode ser muito caro e um verdadeiro desastre. Por isso, ferramentas que ajudam a estimar os custos são tão valiosas.

Mas, você sabe como fazer isso com precisão? Dentro desse assunto, existem 3 pontos principais que devem ser observados. Caso você queira conhecer quais são, continue lendo este post, e entenda os 3 principais pontos de um Orçamento Executivo.

O que é Orçamento Executivo e por que é importante?

Antes de mais nada, é preciso entender bem o que é esse conceito. Ele tem um grande diferencial em relação ao orçamento comum, pois se preocupa com os detalhes de como a obra será feita. Por exemplo, o foco não é apenas na obra principal, mas sim em todos os serviços auxiliares que precisam ser feitos.

Na abordagem convencional, a orçamentação é feita com base na obra pronta, o que significa que o processo para chegar lá não é considerado. Já o executivo, se baseia no estado em que a obra está a cada momento.

O propósito desse detalhamento, é otimizar todos os recursos durante a obra:

– Humanos;

– Financeiros;

– Físicos;

– De tempo.

Para isso, os custos são atualizados ao longo do tempo, de modo a garantir que ela está nos eixos.

Como é um cálculo muito preciso, com uma margem de erro pequena, é possível obter diversas respostas a partir dele. Por exemplo, a viabilidade técnica e econômica, o cronograma físico e financeiro, e muito mais.

Por conta disso, existem muitas vantagens ao implementar esse modelo de orçamento, como a possibilidade de evitar certos imprevistos. Afinal, o gestor não precisa mais adiar ou antecipar a compra de certos insumos, pois o cronograma já está bem definido.

Complementando essa vantagem, o conceito também atua em sentido oposto. Ou seja, permite encontrar falhas e problemas durante a execução da obra.

Quais são os 3 principais pontos de um Orçamento Executivo?

Por conta disso, fica claro que essa é uma ferramenta importantíssima. Por outro lado, também é desafiadora.

É um processo que demanda tempo e conhecimento, o que significa que é preciso planejamento para fazê-lo. Para começar, é preciso conhecer os 3 principais pontos do Orçamento Executivo, que são:

    • Estudos de viabilidade econômica e técnica;
    • Pedidos de financiamentos, para a execução de obras;
    • Licitações das obras.

Além desses pontos, é preciso que o orçamento não cubra somente os valores da obra projetadas, mas também todas as obras auxiliares para a execução dos serviços. Por exemplo, os canteiros de obras.

É claro que os orçamentos precisam acompanhar a realidade da execução das obras. Por isso, é crucial a presença de um engenheiro com experiência no processo.

Afinal, o exercício tem o objetivo de ser extremamente preciso, com uma margem de erro que não supere os 5%. Além disso, tem acesso a materiais como os projetos executivos, memorial descritivo de obra e edital de concorrência, se houver.

Como fazer o Orçamento Executivo de uma obra?

Para fazê-lo da maneira ideal, é preciso elaborar o memorial de cálculo do orçamento, em que são determinados todos os materiais e serviços que fazem parte das obras. O objetivo, é atender as especificações dela, de modo a facilitar sua viabilização e a contratação de insumos necessários.

Para tornar esse processo mais simples, o ideal é organizar as informações, separando-as de maneira lógica. Primeiro, trazendo materiais hidráulicos, equipamentos necessários e serviços.

Além disso, podem ser divididos em relação às obras auxiliares que precisam ser feitas e seu tipo. Por exemplo, obras civis, obras elétricas e outras.

A partir disso, são elaborados 3 pontos que devem ser destacados.

Quantificação

Na quantificação, é preenchida uma memória de cálculo de cada unidade construtiva, em que são documentadas todas as informações sobre serviços e materiais necessários para a construção. Como mencionado acima, isso envolve também obras auxiliares.

No caso de serviços que necessitem maior detalhamento, como interferências, travessias e outros, é recomendado fazer um relatório a parte com os serviços e materiais necessários para cada um deles.

Orçamento por unidade

A partir da quantificação, é elaborado o orçamento por unidade. Para encontrá-los, podem ser usados referências de mercado.

Resumo geral

Por fim, é feito um resumo geral com todas as informações apuradas acima.

Como o Orçamento Executivo funciona na prática?

Para entender melhor como o modelo funciona em relação ao tradicional, podemos ver um exemplo. Imagine a construção de um prédio de 4 andares que será usado por uma escola de pós-graduação.

Tradicionalmente, esse tipo de orçamento é dividido em ações semelhantes, sem considerar que atividades diferentes ocorrem em tempos diferentes, o que significa que demandam soluções diferentes. A

lém disso, sempre existe a possibilidade de haver mudanças no escopo, o que também traria um custo mais elevado do que o previsto.

Grande parte das distorções nesse tipo ocorrem por conta de atividades auxiliares, além do movimento de terra e instalações elétricas. Tudo isso tem um custo e demanda tempo. Ambos precisam ser considerados ao elaborar o Orçamento Executivo.

Conclusão

Como ficou claro, o Orçamento Executivo pode ser um processo trabalhoso, mas que certamente faz muita diferença no resultado das obras. Por ser um processo mais complexo, também é preciso se planejar bem para ele. Caso contrário, ele mesmo pode ser um fator de atraso para a obra.

Por outro lado, suas vantagens são grandes demais para deixá-lo de lado. É um processo que traz o maior grau de precisão para quem toma as decisões em relação à obra.

Por isso, pode ser uma forma de economizar e otimizar o gasto de todos os recursos. Além disso, por conhecer a obra ainda melhor, é possível corrigir o curso caso ocorra algum problema no meio do caminho, ou caso o escopo mude.

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